quarta-feira, dezembro 06, 2006

IVG - CAMPANHA PELO NÃO

PELO SIM

Condom consulter Jan Vinzenz Krause produces a prototype of a spray-on condom in Singen December 5, 2006. Krause's team are hoping to produce the perfect condom for men that's suited to every size of penis. They are developing a type of spray can into which the man inserts his penis first. At the push of a button it is then coated in a rubber condom. Krause said the plan is to make the product ready for use in about five seconds. He said it would function more effectively as a contraceptive because it would fit better and not slip. He had hit upon the idea when considering the difficulties some people faced using condoms, and drew inspiration from spray-on plasters now used in medicine.
05 Dec 2006 REUTERS/Miro Kuzmanovic




terça-feira, dezembro 05, 2006

A IMPORTÂNCIA DOS SÍMBOLOS


Cartoon de Pablo Díaz - Argentina
I was born in 1974 in Córdoba, the second city of Argentina and I'm living there now. Since I have memory I did to draw humor, first for entertaint I am self and after that I wonted to see this drawings in diverse magazines.

sábado, dezembro 02, 2006

CONVERSAS DA TRETA

Na revista Notícias Sábado de 2 de Dezembro pudemos ler uma pequena entrevista a uma Subdirectora do Instituto Português de Museus acerca do número de visitantes em 2006.
Todos estamos contentes por se registarem mais entradas nos museus, nomeadamente de visitantes nacionais, mas o que todos gostavam de saber era a percentagem de aumento das receitas de bilheteiras e das lojas já que o maior problema da Cultura em Portugal é de verbas.
O ponto negativo da entrevista (Dois dedos de conversa) foi a referência do entrevistador ao encerramento na época da Páscoa e sobretudo a resposta sobre a solução para esse problema. Em poucas palavras, a dita “clássica guerra da Páscoa” não é nenhuma guerra nem é clássica porque por definição greve é desobediência, que não é compaginável com atitude clássica. Quanto às causas da greve e como resolver o problema, não será com declarações como “é um problema de trabalhadores e do direito à greve” que lá se chega. É um problema de política cultural para o qual o ministério não mostra qualquer sensibilidade.
Em causa estão sobretudo lacunas como a ausência de horários dos guardas de museu, distorções sobre a aplicação do diploma de carreiras (que até vai ser mais uma vez alterado), ausência de formação profissional há muitos anos e sobretudo a falta de pessoal que mesmo sem greves já afectou diversas vezes o normal funcionamento dos serviços.
Só para que não se diga que o ministério não está a par dos problemas acrescento que, tal como aconteceu em 2005, a véspera de Natal coincide com um fim-de-semana e o pedido, feito insistentemente, para que houvesse tolerância de ponto no dia 24 ainda não teve resposta. Os guardas de museu que trabalham aos fins-de-semana e feriados desejam passar a Consoada com os seus familiares, até hoje o ministério e os institutos por ele tutelados continuam mudos.
Talvez seja pedir demais a quem não vê em causa essa reunião familiar por nunca trabalhar aos domingos.

domingo, novembro 19, 2006

CULTURA DE SUBSÍDIOS




Um dos maiores problemas da Cultura em Portugal é que a discussão de qualquer tema gira sempre em torno dos subsídios. Os responsáveis, tanto ao nível governamental quer autárquico, esgrimem números dos subsídios atribuídos ou a atribuir como se tudo se resumisse a este factor.A dependência dos subsídios vira os agentes culturais uns contra os outros e, com discursos de rigor e parcimónia, aparecem ministros e autarcas dando prebendas a quem bem entendem, quase sempre com critérios discutíveis.




domingo, novembro 12, 2006

AMADEO DE SOUSA-CARDOSO

Menina dos Cravos
1913, óleo sobre madeira 40 x 29 cm Museu do Caramulo Caramulo, Portugal.

Exposição patente na Fundação Calouste Gulbenkian de 15 de Novembro a 14 de Janeiro de 2007. Entradas grátis. A não perder.


quinta-feira, outubro 26, 2006

SEM DESCULPA

O Instituto Português do Património Arquitectónico atrasou-se no pagamento dos ordenados dos funcionários dos serviços dependentes, ou seja, os que trabalham nos palácios e monumentos sob a sua alçada.
Ontem (23/10), só receberam os funcionários da direcção e serviços centrais. Contactada pela CM, a direcção do IPPAR declarou-se alheia ao sucedido: “As verbas solicitadas atempadamente só ontem foram libertadas e a situação será reposta amanhã [hoje] ou quarta-feira, o mais tardar”.

O que se passou é o exemplo preciso do que não pode acontecer:
1º A direcção não devia estar alheia perante factos que não configuram a normalidade.
2º Os funcionários dos serviços dependentes deviam ser avisados atempadamente da situação
3º As coisas afinal não correram como foi dito à comunicação social, pois os pagamentos só foram efectivados no dia 26/10 quinta-feira.
Agora foi o atraso no pagamento dos salários, que esperamos não se repita, para o começo do ano veremos a explicação que será dada pela falta de pessoal de guardaria nos palácios e monumentos.