Mudam-se os tempos e mudam-se também os discursos políticos, o que não será uma grande admiração para muitos mas será uma surpresa para os mais novos.
Há alguns anos atrás, a geração de políticos de então que hoje são os barões e baronetes da nossa sociedade, e alguns que ainda fazem uma perninha na política, diziam que Portugal era um país demasiado pequeno, e que só cresceria e se modernizaria no seio da comunidade europeia. A CEE era a salvação do país que acabara de perder as suas colónias e a sua única saída era a Europa.
Deixámos de produzir imensas coisas, e muito diligentes os nossos políticos acharam que receber dinheiro para deixar de produzir muitos produtos agrícolas, ou para se deixar de pescar era bom para o país.
Agora os discursos dos mesmos senhores são diferentes, o consumir português é premente e repetem-se vezes sem conta os incentivos ao retorno à terra e ao aumento da produção industrial.
Os nossos políticos têm sempre uma visão a muito curto prazo, e acabados os subsídios vindos de fora lá se lembram de que é preciso produzir cá dentro mais do que aquilo que se importa, porque se isso não acontecer aumentam as dívidas. Será que aprenderam alguma coisa?

Não se se as vontades mudam, ou se pelo contrário apenas mudam as palavras.
ResponderEliminarBjos da Sílvia
É amigo, agora até já se distribuem pequenos pedaços de terra pelas pessoas para incentivar a agricultura. Pena que tivéssemos que bater no fundo para alguns senhores perceberem isso.
ResponderEliminarUm abraço e uma boa semana
parce que não.
ResponderEliminarNesse ponto, nestes últimos dias, o descaramento de cavaco brada aos céus! o tipo não tem mesmo vergonha na cara!
ResponderEliminarUm abraço do campo
diria que é preciso ter lata para dizer que se deve fazer agora o que se impediu anos atrás - um país não pode ser um banco de ensaios.
ResponderEliminarabraço
opolidor disse e com toda a razão
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