Máquina do mundo
O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.
FOTOGRAFIA
CARTOON


Gedeão,
ResponderEliminarmestre nestes poemas
e noutros.
Sempre boa escolha!
Um forte abraço.
Que me perdoem os deuses por eu não conhecer tanta beleza.
ResponderEliminarEstou em extase agora! estou em viagem de pura endorfina!
Maravilhoso! prazer Gedeão!
Amigo ZéPo, obrigada por este presente!!
Ah, que bom encontrar aqui esse poeta magnífico chamado Rómulo de Carvalho.
ResponderEliminarUm bom dia lhe desejo.
Lindo
ResponderEliminarSaudações amigas com um abraço no dia de hoje
:-)
ResponderEliminarÉ engraçado porque ambos visualizamos, depois do poema, uma árvore. Só que a minha vinha com neve em cima!
Beijo, Sofia