sexta-feira, maio 15, 2009

RAPIDINHAS

Novas Tecnologias – Ontem ouvia-se dizer que o Magalhães, pela mão de José Sócrates, ia enfim chegar à Madeira. Não percebi bem que um 1º ministro se tenha que deslocar à Madeira para distribuir umas máquinas destas, mas isto sou eu.

Hoje, e para meu espanto, leio que já há mais de 8 mil Magalhães na Madeira, e José Sócrates desloca-se para distribuir mais 200 no Funchal. Curioso!

Pressão – Já nem sei o que pensar do caso Freeport, tal é a barafunda de casos paralelos que têm vindo a lume, ligações estranhas entre “suspeitos” e coincidências no mínimo improváveis. Na minha óptica, e a serem verdadeiras as frases conhecidas, é claro que houve pressão, mas a experiência diz-me que tudo isto vai dar em nada, como acontece com todos os processos que envolveram pessoas importantes neste país.



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FOTOGRAFIA
GynG

Индия: богатство Махалакшми

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HUMOR


Deixa-te de teatros, Narigudo!

7 comentários:

  1. Então vai distribuir mais daquelas coisas que provocam míopia de forma a pôr os madeirenses a ver mal e aasim votarem PS nas próximas eleições?!

    Saudações do Marreta.

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  2. Anónimo1:50 p.m.

    O Sócrates gosta muito de viajar
    com o magalhães,são grandes amigos.
    Os cartoons como sempre,muito bons.

    A flor de Lótus,uma maravilha da natureza,grande simbolo Oriental,a outra igualmente lindissima,de tão singela,quase une o céu e a terra.


    cumps

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  3. Anónimo7:54 p.m.

    Será que os dois vão fazer as pazes? Afinal há quem fale do bloco central, que é isto mesmo.
    Lol

    AnarKa

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  4. Já chegámos à Madeira!
    Magalhães

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  5. Zé,

    Às vezes tenho a impressão de que vivemos num grande circo... só dou conta de malabaristas, equilibristas, ilusionistas...
    Como tu dizes... mas isto sou eu a sentir.

    Um abraço

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  6. Anónimo11:43 p.m.

    Sem o recurso ao Magalhães e sem a pressão política, informo que a tua Académica vai de boa saúde e recomenda-se.
    Bjos da Sílvia

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  7. Já não suporto ouvir falar do Magalhães.

    sobre a confusão como designa no caso do Freeport, essa é grande questão, mas penso que os cidadãos já não acreditam na justiça, porque efectivamente não há .A justiça é mesmo considerada por alguns como o principal pilar da democracia (Rawls). Ora como se tem "psicologisado" muito o caso , com tantas perguntas e duvidas no ar para afinar a responsabilidade, parece que a noção da responsabilidade juridica é posta em causa e perde-se o objectivo. Parece que a instauração do 25 de abril , segundo alguns especialistas, instalou uma dinamica de entraves que dão força a inercias e lentidões pelas quais de pode duvidar se realmente existe uma verdadeira dinamica jurica...
    Um abraço

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