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quarta-feira, fevereiro 22, 2017

NEGÓCIOS, PROTECCIONISMO E BALELAS

Tem sido norma ouvir-se que Portugal tem um mercado de trabalho excessivamente protegido, e que isso é prejudicial para a produtividade, competitividade e atracção de investimento estrangeiro. As vozes que se ouvem neste sentido são sempre as ligadas aos grandes negócios e empresas, seus representantes e os comentadores e economistas que gravitam em torno dos seus interesses.

A realidade é pouco favorável a estes senhores que se intitulam de liberais, porque em Portugal é facílimo o despedimento colectivo, a precariedade é maior do que a média europeia, e os sindicatos em Portugal são menos fortes do que na maioria dos países mais desenvolvidos da Europa.

Um pequeno exemplo da falta de protecção do emprego e dos direitos dos trabalhadores, em Portugal, relativamente ao que se passa nos países que mais nos têm criticado, é o caso da possibilidade da compra da Opel pela PSA, que mereceu a intervenção da própria chanceler alemã, Angela Merkel, que conduziu à promessa de Carlos Tavares, chairman da PSA de proteger os funcionários da Opel.


Imaginem senhores liberais o que diriam vocês da Intervenção no mesmo sentido do nosso 1º ministro, relativamente à compra por alguma empresa estrangeira de outra ainda nacional (raridades)…

Lohner Porsche o 1º Híbrido

sábado, abril 04, 2015

UM PAÍS SÓ PARA TURISTAS

Portugal já deixou há muito de ser um país de preços baixos, e os turistas já o dizem, salientando que apenas a restauração é barata, atendendo à sua qualidade.

Para nós que vivemos com os salários praticados dentro das nossas fronteiras, a vida encareceu brutalmente, um pouco ao arrepio do que dizem os dados oficiais.

Podia começar pela gasolina, continuar pela energia, passando pela água, e indo até às telecomunicações, para facilmente provar o que digo, mesmo que contrariando as afirmações do governo.


O que é mais preocupante ainda, é que não só os preços sobem acima da inflação, mas também os salários baixam em quase todos os sectores. 


segunda-feira, fevereiro 23, 2015

ESPERTEZA SALOIA



Com a introdução da fiscalidade verde, seja lá o que isso fôr, os sacos de plástico no comércio deixaram de ser grátis, e passaram a ser pagos com o valor de 10 cêntimos que, em princípio, reverteriam para os cofres do Estado.

O ministro que não terá experiência de vida, nem sequer imaginou que em Portugal existe muita esperteza saloia, viu-se confrontado com a venda de sacos alternativos, muitos de plástico, que não sendo abrangidos pela legislação produzida, são vendidos pelos comerciantes, revertendo o seu valor para o vendedor.

Fintar o Estado está ao alcance dos empresários, que por acaso viram diminuido o valor do IRC, ao contrário dos trabalhadores que não viram qualquer alívio do IRS. 

Acordem portugueses, que as benesses são apenas para alguns, e não são os mais desprotegidos como diz Passos Coelho.

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ANEDOTA
 
Um velho fazendeiro com sérios problemas financeiros comprou uma mula a outro fazendeiro por mil euros e concordou em receber a mesma no dia seguinte. Entretanto, nesse dia, o vendedor da mula procura-o:
— Desculpe-me, mas, infelizmente, tenho más notícias... a mula morreu.
— Tudo bem. Devolva-me o dinheiro.
— Não posso. Já o gastei.
— Okay. Então, traga a mula morta mesmo.
— E o que vai você fazer com ela?
— Vou rifá-la.
— Você não pode rifar uma mula morta.
— Claro que posso. Só não vou dizer a ninguém que ela está morta.
Passado um mês, os dois homens encontram-se novamente, e o vendedor da mula pergunta:
— Que fim levou a mula morta?
— Eu rifei-a, como tinha dito que faria. Vendi quinhentos números a dois euros. Consequentemente, recuperei novecentos e noventa e oito euros.
— E ninguém reclamou?
— Só o tipo que ganhou, mas eu devolvi-lhe os dois euros dele.