segunda-feira, abril 09, 2018
A CULTURA DO FUTEBOL
sexta-feira, março 16, 2018
BOAS NOTÍCIAS NA CULTURA E ALGUMAS PERGUNTAS
sábado, setembro 30, 2017
A MISTERIOSA MONA LISA
quarta-feira, agosto 23, 2017
TEMA DO DIA
segunda-feira, julho 03, 2017
NOTÍCIAS LIGEIRAMENTE ENGANOSAS
terça-feira, junho 13, 2017
RAPIDINHAS
terça-feira, abril 11, 2017
BREVÍSSIMAS
quinta-feira, dezembro 22, 2016
NOTÍCIAS DO PATRIMÓNIO
quinta-feira, outubro 20, 2016
A NOSSA COMUNICAÇÃO SOCIAL
Não sei virão melhores dias, mas tenho as minhas dúvidas.
sábado, junho 26, 2010
sábado, dezembro 12, 2009
BARÓMETRO DA CULTURA
Positivo – Seis órgãos da Basílica do Convento de Mafra, devidamente restaurados por Dinarte Machado, vão voltar a tocar em conjunto, facto de que não há memória nos últimos dois séculos. A estreia deve acontecer durante um concerto de Natal e servirá para se perceber o efeito sonoro do conjunto de órgãos históricos agora plenamente operacionais.
Negativo – Apesar dos anúncios da abertura do novo Museu da Língua Portuguesa, em 2010, e do começo das obras do novo Museu Nacional dos Coches, em Janeiro de 2010, continuam a persistir as dificuldades de financiamento da Cultura, que têm adiado obras de manutenção e conservação de diversos equipamentos culturais da área do Património, que são perfeitamente visíveis, bastando lá ir para o constatar de imediato. Veremos o que vai conseguir a nova ministra, ainda que não se esperem milagres.
Duvidoso – Segundo a senhora ministra da Cultura o Museu de Arte Popular vai voltar a funcionar em 2010 no mesmo espaço físico utilizado desde a grande Exposição do Mundo Português. Considerando a degradação do espaço em referência, não nos parece que isso seja praticável, pelo menos com as condições de dignidade exigidas pelo espólio em causa.


sábado, fevereiro 21, 2009
OUVI POR AÍ...
Como tenho estado muito ocupado este mês, devido a compromissos diversos, até as notícias têm sido lidas na transversal ou ouvidas só na rádio do carro. Não terei perdido grande coisa, mas mesmo assim, fixei uns quantos títulos interessantes.
O caso Freeport continua a chegar às notícias em pequenas doses e, para além de já haver dois arguidos, começam a constar notícia interessantes sobre compras de casas a preços camaradas, e coincidências interessantes de pessoas que depois de terem autorizado uma coisita acabam por aceitar trabalhar, pouco tempo depois para os interessados na dita autorização.
Adoro coincidências, e acho mesmo que o nosso destino já se encontra traçado, só é preciso mesmo fazer uma forcinha.
Adoro viver neste país, e adoro a liberdade que vou vendo por cá, onde sei que há professores que são aconselhados a desfilar em cortejos escolares carnavalescos, ou funcionários de museus, palácios e monumentos que são obrigados a trabalhar durante a tolerância de ponto do Carnaval, enquanto que outros colegas exactamente com a mesma categoria são dispensados de tal tarefa.
Já agora, aqui fica também a minha concordância com Pedro Silva Pereira ao classificar as críticas ao Banco de Portugal como “irresponsáveis”, porque já todos tinham percebido que aquela instituição perdeu a sua importância toda desde que aderimos ao euro, e o resto é mesmo retórica como se viu.
Resta-me aproveitar para descansar e desejar a todos um bom Carnaval.
sexta-feira, novembro 21, 2008
RAPIDINHAS
Novas (velhas) da Cultura – O ministro da Cultura, perante a Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, desvalorizou mais uma vez o reduzido aumento do orçamento da Cultura para 2009, e garantiu que vai fazer uma execução orçamental “aturada e rigorosa”, em 2009, e apresentou mais uma vez críticas e números da execução orçamental desde 2000, afirmando que ficaram por executar nesse período um total de 259 milhões de euros. Aguardemos!
O caso BPN - Depois de estalar o escândalo, e porque o rombo é muito grande, havia que encontrar culpados para acusar. Oliveira e Costa era naturalmente uma peça essencial, e pelo que veio a público há poucas horas, a máquina da Justiça já lhe deitou a mão, estando a ser interrogado. Que alguém é culpado das grandes maroscas que têm vindo a público, não restam dúvidas, mas continuo a pensar que num banco para se fazerem aquelas irregularidades todas, e para movimentar tais somas em dinheiro, não deve bastar apenas um único homem. Veremos se na lingada não aparece outro peixe graúdo, também com culpas no cartório.
Teixeira dos Santos admite assinar avales à banca «em breve»
sábado, fevereiro 23, 2008
VIVA, SENHOR MINISTRO
Comecemos pela notícia do DD, onde tomei conhecimento da participação do senhor ministro no lançamento de um programa de formação avançada em questões culturais para agentes das autarquias, em que ele salientou que a cultura é um «instrumento estratégico» do actual governo. Apesar de ter lido com muita atenção o texto, confesso que fiquei com a sensação, para não dizer a certeza, de que Pinto Ribeiro não tem a percepção real da falta de coordenação existente no seu ministério, quanto mais da falta de articulação entre este e a grande maioria das autarquias.
Fixei algumas frases da notícia como «a cultura pode ser gerida com tanta ou mais eficácia do que as outras áreas», ou «a área da cultura é uma das que maior crescimento terão na Europa durante os próximos anos, em termos económicos e de empregabilidade». Eu poderia subscrever qualquer das frases, sem qualquer rebuço, o que não quer dizer que elas façam parte da acção do Ministério da Cultura que temos.
O senhor ministro, que tão afastado se tem mantido da comunicação social desde que tomou posse, pelo menos no que respeita à clarificação dos seus projectos de actuação no âmbito da pasta que lhe foi confiada, talvez tenha perdido uma ocasião para apresentar em linhas gerais o seu plano de actuação até ao final da legislatura. Sei que não é fácil, com os constrangimentos conhecidos, mas a ocasião dava-lhe uma oportunidade de ouro para anunciar alguns objectivos na área do Património, na gestão do edificado e da paisagem, e na dinamização dos espaços culturais. As autarquias apontam nesse sentido, pude constar isso mesmo na nota justificativa da acção agora levada a cabo, e vinha certamente elevar o moral dos funcionários deste sector, descontentes e desmotivados, pela falta de meios e que aguardam há muito que surja algum sinal do ministério que está paralisado desde que se anunciou a sua reestruturação.
Não sei se o senhor ministro não tem efectivamente meios para anunciar os seus projectos, se ainda não teve tempo para definir um rumo de acção, ou se simplesmente se vai contentar em gerir os dinheiros e os projectos que herdou sem fazer grandes ondas, com o álibi de tem de honrar os compromissos assumidos da sua antecessora, e que portanto nada mais pode fazer. Estaremos por cá para comentar logo que se perceba o que é que o novo ministro tem em mente.






























