Os gregos votaram e a vitória no NÃO foi uma resposta clara às ameaças e às chantagens duma Europa nada solidária, e refém do poder económico, cujo braço forte é corporizado pela senhora Merkel e pela senhora Lagarde.
Por cá temos o senhor Coelho, fiel súbdito das duas senhoras, que alinhou sempre pela cartilha dos poderosos, ignorando os interesses nacionais e o sentir do povo que devia representar.
Seja qual for o desfecho desta luta do povo grego, o que é evidente é que quando nada mais há a perder, o povo sabe bem o que deseja, e isso faz tremer quem julga poder amordaçar para sempre a vontade popular.




