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quinta-feira, setembro 13, 2012

ORQUESTRAÇÃO, AGENDA E INTERESSES



As afirmações do ministro da Finanças que considerou as manifestações contra as medidas do governo, como uma orquestração, são um insulto para quem se sente prejudicado pelas medidas que iam ser defendidas por Vítor Gaspar.

O rótulo de manipulados que o senhor ministro utilizou, é uma ofensa directa a quem utiliza um direito que a Constituição lhes concede.

Quem manifesta a sua opinião livremente não pode ser confundido com quem é oportunista e age segundo uma agenda inconfessável, ou se presta a servir interesses de terceiros que se mantêm na sombra.

Vítor Gaspar não pode afirmar que no futuro, a médio ou longo prazo não venha a integrar uma entidade internacional cujos interesses não se atreve hoje a enfrentar em defesa dos cidadãos deste país. O 1º ministro e outros membros do governo também não garantem que no futuro não venham a ingressar em empresas que agora beneficiam das medidas que este governo agora está a implementar.

Eu, e muitos outros cidadãos que se manifestam, apenas o fazemos em defesa dos nossos direitos e arcamos com os inconvenientes da nossa postura de contestação, que não são poucos.

O senhor ministro quer comparar as duas posturas?


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FOTOGRAFIA

domingo, dezembro 18, 2011

INEVITÁVEL SÓ A MORTE

É revoltante ouvir pela voz do primeiro-ministro que é inevitável ver baixar as reformas em cerca de metade nos próximos 20 anos, acrescentando mesmo que se os portugueses quiserem aumentar esses montantes, então devem recorrer a fundos privados ou até estatais.

Passos Coelho tem tentado fazer passar a ideia de que o Estado social é insustentável e que os portugueses vão ter de se habituar a pagar mais pela saúde, pela educação, pela justiça, pela cultura, e receber cada vez menos pelo seu contributo por via dos impostos, que por seu lado também aumentam.

É uma absoluta mentira que tenha que ser assim, até porque há países dos mais ricos e felizes do mundo, como a Noruega, a Dinamarca, a Suécia e a Finlândia, para citar apenas 4, que Passos Coelho decididamente não quer imitar.

Porque não é inevitável que Portugal enverede pelo caminho que o 1º ministro indica, só posso interpretar o seu desejo ou como incapacidade para governar melhor o país, como o fazem os políticos dos países mencionados, ou porque tem uma agenda em que os cidadãos não são uma prioridade.

É impossível não pensar deste modo, porque de um eleito espera-se que deseje o melhor para o seu povo, e não o que Passos Coelho nos quer impor, alegando uma inevitabilidade que não é real.

PINTURA

CARICATURA

terça-feira, janeiro 15, 2008

RAPIDINHAS DA CULTURA

Gulbenkian – A Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa inaugura em Fevereiro uma exposição com obras do Louvre, que abrangem um quarto de século de história de arte (1750-1775) influenciadas pela cultura grega e dominadas pelo neoclassicismo. Esta exposição já esteve em Madrid e é da responsabilidade de Laure Rochebrune , do departamento de artes decorativas do Museu do Louvre, departamento este que está temporariamente encerrado para obras. Uma curiosidade será, para os que já viram esta mostra no país vizinho, adivinhar ou simplesmente admirar as seis obras da colecção da Fundação Gulbenkian que vão ser incluídas nesta mostra.

Castelo de Almourol - Até ao final de Fevereiro o Castelo de Almourol estará fechado para pequenas obras. Segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, aproveitando os meses de menor afluência de público, a autarquia e a Escola Prática de Engenharia de Tancos vão realizar em conjunto pequenas obras de manutenção e segurança, não de musealização, a fim de facilitar o acesso e a segurança de quem visita a ilha e o Castelo. As visitas voltam a ser possíveis a partir de 1 de Março.

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FOTOGRAFIA

Maximuss

chuvilin

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Maz - Argélia

Dilem - Argélia