Temos assistido a diversas
demissões por se desvendar que havia diversas habilitações falsas de pessoas
ligadas ao poder, e isso tem sido “um pratinho” para a comunicação social, e
para a oposição, apesar de não serem factos únicos, ou até pouco comuns na
nossa sociedade.
Em Portugal tem-se tido como dado
por certo que um qualquer licenciado estar imediatamente capacitado para
desempenhar qualquer cargo, independentemente da afinidade entre a licenciatura
e o cargo ocupado.
A tolice imensa chegou ao ponto
de um engenheiro ser considerado apto para o ministério da saúde, um médico ser
considerado ideal para a educação ou um diplomata ser uma boa escolha para a
Cultura.
Trabalho num serviço onde um
terço dos “doutores” não o é, e onde pessoas da mesma
categoria profissional têm horários diferentes, com o conhecimento dos
superiores, que acabam por discriminar os próprios funcionários, sem admitirem
nunca situações de favorecimento.
Isto é o Portugal parolo no seu pior!

Ser ou não ser doutor é irrelevante
ResponderEliminara questão é ser pantomineiro
Este comentário foi removido pelo autor.
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ResponderEliminarA competência onde fica nesta saga dos canudos?
ResponderEliminarAnarKa
Passei para desejar um bom fim de semana
ResponderEliminarUm abraço