Começa a ficar mais claro, a cada dia que passa, que a política deste governo, com o sem o beneplácito da troika, é a de empobrecer o país, criando um desemprego incomportável para a Segurança Social o que lançará na miséria uma grande parte dos cidadãos.
Já se sabe que são mais os desempregados sem apoio social do que os que ainda o vão recebendo, e mesmo assim facilita-se o despedimento. Com um universo de contribuintes cada vez menor, e com o Estado a cortar nos montantes para o apoio social, cada vez serão menos a receber e menor a ajuda prestada.
Numa altura em que o desemprego é já uma chaga social, também “o Estado vem ajudar à festa”, preparando-se para empurrar para o desemprego mais de cem mil funcionários, dizendo que pretende facilitar rescisões amigáveis. Gostava que alguém me explicasse como é que existe quem queira ir “amigavelmente” para o desemprego.
Para os que gritaram que Portugal não é a Grécia e para os que ainda o dizem, talvez seja a altura de explicarem muito bem , como é que pode o país sustentar esta situação catastrófica de desemprego e falta de protecção social, porque racionalmente não se encontra nenhuma explicação lógica ou devidamente sustentada em argumentação não fantasiosa.
PINTURA
Eugène Delacroix
CARTOON

Este nem como estudante de filosofia tem futuro. O seu futuro só pode ser mesmo o desemprego. Como velhaco, que afirma que o desemprego é uma oportunidade, merece-o. Como burro, que considera que a facilitação dos despedimentos aumenta o emprego, merece ser empurrado por um trator.
ResponderEliminarUm abraço entre porcos e burros