Numa altura em que se fala do défice da Madeira, do buraco do BPN, e dos cortes e aumentos de impostos para cobrir o défice, e cumprir o acordo entre as troikas, surge o ministro das Finanças como porta-voz do executivo a tentar explicar esta trapalhada.
Não consegue mudar a opinião pública sobre a inevitabilidade das medidas, e muito menos provar que o governo está a cumprir as promessas feitas antes das eleições, apesar das tentativas esboçadas.
À frente desta equipa está Passos Coelho, que como o seu parceiro de coligação, Paulo Portas, temem os “tumultos” ou as greves segundo disseram. Os portugueses não são arruaceiros e também sabem que as greves lhes saem do bolso, mas também não têm sangue de lagartixa, e usarão dos seus direitos quando bem entenderem.
O regabofe dos políticos tem de acabar, e as responsabilidades pela má condução dos destinos do país têm de ser assacadas a quem as praticou. A credibilidade dos políticos passa pela sua responsabilização e pela justiça, e é bom que se convençam disso, pois o tempo começa a escassear, bem como a paciência dos cidadãos.
Credibilidade e responsabilidade são as duas faces da mesma moeda, e se aspiram a uma aceitem a outra.

Tem razão amigo. Não há cadeias que cheguem no país se os políticos passarem a ser responsabilizados pelos desmandos.
ResponderEliminarUm abraço
Sinto-me tumultuado e algo me diz que o Coelho e o Portas são tão responsáveis como o Socas.
ResponderEliminarLol
AnarKa
Cada vez há mais descontentamento e já só falta quem acenda o rastilho. O começo do próximo ano, se lá se chegar sem incidentes, deve ser bem quente.
ResponderEliminarBjos da Sílvia
Só temos que tumultuar em defesa da nossa dignidade! Sim, porque isto já passa as raias do tolerável!!
ResponderEliminarUm abraço
Tumultos e empobrcimento provocam estes tipos, não nós!
ResponderEliminarLUIZ
Estou fato que me venham com o termo "inevitabilidades"! A única coisa inevitável é lutar por uma política diferente e também...
ResponderEliminar... um abraço