O episódio do tal adjectivo “foleiro” que fez correr bastante “tinta”por aí, logo secundado pelo termo “ciber-nabo”, que envolveram José Lelo e Nogueira Leite, foi uma versão soft da linguagem praticada por políticos.
Na política usa-se em geral o politiquês, onde abundam os adjectivos mais ou menos “doces” e o sorriso cínico que caracteriza gente capaz de enfiar uma faca nas costas do adversário, tão depressa este esteja distraído. Esta será a regra em público, pois como se sabe, logo que as comadres se zangam, lá surge o vernáculo ou o neologismo como “o abifar uns tachos” que lá vamos entendendo com alguma dificuldade.
Da Bielorrússia chega-nos outro exemplo da diplomacia verbal de políticos, em que Lukachenko nos brinda com umas frases de gritos:
Qualquer piropo deste género, proferido por um qualquer cidadão, seria considerado uma ofensa e daria origem a um processo judicial, mas entre políticos, são meros piropos que fazem parte do “combate político”.

Inconcebível que quem tem ou teve cargos públicos ao mais alto nível se pronuncie sem qualquer pudor em relação ao mais alto magistrado da Nação.Uma falha gravíssima e indesculpável.
ResponderEliminarBem-hajas!
Abraço fraterno
Só vim ler-te e deixar um beijinho...
ResponderEliminarSó vim ler-te e deixar um beijinho...
ResponderEliminarpois :s
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