sexta-feira, fevereiro 11, 2011

MUDAR, OU NÃO MUDAR…

Por estes dias fala-se muito em moções de censura e de sentido de voto naquela situação em particular. Uns dizem que vão ponderar com responsabilidade, outros fazem-se de vítimas, como convém.

Está mais do que visto que com políticas como as que têm sido seguidas não vamos a lado nenhum, e esse é o cerne da questão. As políticas económicas que estão a ser seguidas resultam em grande medida do que nos tem sido sugerido pelo FMI e pela UE e pelos acordos entre PS e PSD, o que nos deixa com um outro problema. Se sai o PS e vai para o governo o PSD, o que é que vai mudar para além das caras?

O país não enfrenta apenas uma crise económica, e um elevado nível de dívida externa, é que enfrentamos também uma crise de confiança externa, e uma descrença e desmoralização dos cidadãos, que nos últimos anos têm vindo a ser forçados a esforços sucessivos que não resolveram nenhum dos problemas do país.

Será que os partidos estão dispostos a mudar? Será que os eleitores vão continuar a votar nos mesmos que nos conduziram até ao buraco onde estamos?

Muito claramente, é indispensável que todos os partidos definam o que pensam fazer se lhes forem confiados os votos, e que estejam dispostos a aceitar demitir-se em caso de não cumprimento do prometido, ou então a farsa continuará até que o povo tome as rédeas do poder de formas menos convencionais.



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By Palaciano

By Palaciano

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Símbolos do poder

6 comentários:

  1. Anónimo8:24 p.m.

    Para mudar é necessário correr com os políticos que temos e arranjar outros. Com as coisas feias, como estão...
    Bjos da Sílvia

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  2. Se for para lá o PSD(e CDS, não esquecer) ficaremos ainda pior!

    Penso que anda tudo muito baralhado das ideias,,,

    Um bom fim de semana

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  3. Pior que a situação estar má internamente é gritarem isso externamente :s

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  4. Mudar é preciso, o grane problema está qual o caminho a seguir, dado que ñeste xadrez os reeis vão nus
    Saudações amigas

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  5. Eu penso que deveria haver um instrumento adequado que permitisse ao Povo pronunciar-se antes de mais sobre quem considera que deve liderar cada um dos partidos. Seria assim como que estabelecer uma plataforma mínima de qualidade política que facilitaria depois o jogo da disputa pelo exercício do poder governativo.
    Quanto à moção, prefiro não me pronunciar . Descabida não é . É um sinal negativo importante.
    Problema é ter repercussões a vários níveis exteriores e no equilibrio até da própria economia (investimento) sem que a alternativa ofereça garantias de melhor desempenho...
    Ou seja...
    Por mim, "afundava-os a todos", já que a nós dificilmente nos levam mais ao fundo...

    :)

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  6. É preciso mudar mas não vejo como. Com quem? São sempre os mesmos!

    Um abraço fraterno.

    Bem-hajas!

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