São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
Eugénio de Andrade
FOTOGRAFIA
CARTOON


Para lenha? Então e os fumos tóxicos quando a lenha ardesse?
ResponderEliminarGrande Eugénio!
ResponderEliminarUma serena noite.
Então o melhor é não dizer palavras! Porra! Já disse!
ResponderEliminarUm abraço sem palavras
Um dos meus favoritos!
ResponderEliminarUm abraço
Esperança
Não resisto à fotografia...às memórias!
ResponderEliminarObrigada Zé!
As palavras são isso tudo.
Um abraço
Grandioso
ResponderEliminarSaudações amigas