terça-feira, dezembro 13, 2011

INDIGNAÇÃO

Só pode ser com uma profunda indignação que seja recebida a mensagem do primeiro-ministro de que o governo está “muito longe de esgotar o plafond de crescimento das taxas moderadoras”.

Um 1º ministro que admite como justo pagar tanto pelos cuidados de saúde como eu, não merece qualquer respeito, pois é hipócrita, injusto e demagogo. Não existe qualquer proporcionalidade entre os rendimentos e as taxas a cobrar, o que é uma perfeita indignidade.

Não é minimamente aceitável que os aumentos das taxas, que nada têm já de moderadoras, sejam superiores a 1oo% e que os salários reais baixem durante pelo menos 3 anos.

Este governo já perdeu a perspectiva da realidade. Os dados estão aí para quem quiser ver, quer no que toca ao desemprego galopante, à miséria que já não encontra resposta adequada nas instituições que estão no terreno, e passando mesmo pelas inúmeras dificuldades que enfrentam muitos dos que ainda têm trabalho, que depois de perderem as suas casas e os seus carros, já começaram a diminuir no volume de bens alimentares consumidos.

Não há maior cego do que aquele que não quer ver, senhor Passos Coelho. Da indignação à revolta vai um pequeno passo.

NOTA

Como estamos na quadra do Natal, e porque a crise custa a quase todos, o Zé decidiu deixar na coluna da direita um filme completo que todos podem ver nos seus computadores. A escolha foi para o Pinóquio em desenhos animados, quem sabe se a pensar nos nossos políticos.

Pinóquio (no original em inglês: Pinocchio) é um filme norte-americano do gênero fantasia, sendo o segundo longa-metragem de animação produzido pelos estúdios Disney no ano de 1940. O filme é baseado em As aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi.

CARTOON

FOTOGRAFIA

3 comentários:

Anónimo disse...

Morrer cedo é a receita para se gastar menos em saúde e com reformas. Lei de Passos e Gaspar.
Lol

AnarKa

Isamar disse...

Despautérios que me provocam uma cada vez maior indignação.A fome, a penúria, a miséria grassam que nem erva daninha.Um destino que parece irreversível mas que não pode ser. Combatamo-lo!

Bem-hajas!

Abraço fraterno

rouxinol de Bernardim disse...

Tudo como dantes, quartel general em abrantes... e o mesmo bando de tratantes...