quarta-feira, setembro 22, 2010

OS SORVEDOUROS DE DINHEIRO

Enquanto vemos, ouvimos e lemos políticos e economistas a malhar na Função Pública, classificando-a de sorvedouro da riqueza nacional, vamos tomando conhecimento de poços sem fundo onde se despeja dinheiro sem verdadeiro controlo.

O despesismo atribuído ao Estado tem inúmeras vertentes e grandes montantes desse dinheiro nada tem a ver com despesas com o funcionalismo, mas sim com milhares de instituições que vivem à sombra do Orçamento de Estado.

O DN citando o economista José Cantiga Esteves vem revelar que existem cerca de 14 mil instituições que estão sob o chapéu do orçamento de todos nós. Serão todos necessários e úteis?

A estas revelações, que aliás são mais do que evidentes, podemos acrescentar serviços que são contratualizados a empresas privadas em quase todas as áreas, desde a educação, a saúde, a segurança e outras acessórias que também fazem parte da tal despesa rígida de que falam. Juntem-se os encargos da dívida pública e a incompetência na gestão do nosso dinheiro e temos um retrato muito simples do buraco em que estamos.

O senhor Murteira Nabo podia olhar para tudo isto antes de falar no corte do 13º mês, mas isso é incómodo para a sua classe, a dos economistas, e a dos políticos, que são os contratadores desses mesmos economistas.



FOTOGRAFIA


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By Falco

By Falco

5 comentários:

C Valente disse...

Passei e deixo as cordiais saudações amigas

C Valente disse...

Passei e deixo as cordiais saudações amigas

Kássia Kiss disse...

Não há ponta por onde se lhe pegue, amigo Zé, onde é que isto irá parar, se não se travar a má distribuição da riqueza?

P.S. Já nem me lembrava de os telemóveis terem sido assim tão grandes ;)

São disse...

No seguimento destas mentes brilhantes que nos têm (des)governado durante décadas mais dos competentes economistas que por aí pululam, eu proponho duas coisas:

- Massacre colectivo dos parasitas que são os funcionários públicos.

- Reinstauração da escravatura.

Um abraço.

Meg disse...

Já agora, acrescento ao comentário da São, por que não se atiram os pobres ao mar, se são eles que estão a atrapalhar isto tudo?
E os doentes, e os analfabetos que já não vão arranjar trabalho...
Não sei se me esqueci de alguém...
Ah... os economistas que só agora apareceram.

Um abraço