quinta-feira, dezembro 10, 2009

RAPIDINHAS

Palhaços no Parlamento? – Porque não? O Parlamento devia espelhar o povo português e a sua soberana vontade, pelo que não seria de mais existir lá algum palhaço, que aliás bem podia representar a sua profissão com conhecimentos e com competência. O que parece preocupar muito boa gente, é a tentativa de se fazerem passar pelo que não são, sem qualquer graça e não saberem encaixar com um rasgado sorriso as críticas do público.

Magalhães – Como devem ter percebido é o nome do computador que orgulha José Sócrates, mas para espanto deste tuga, e apesar de Mário Lino ter admitido ter retirado 180 milhões à Acção Social Escolar para pagar contas referentes a esta caixinha azul, ainda não ouvi uma palavra do nosso 1º ministro a explicar o assunto.

A gestão privada – Houve quem tivesse “empolado” as virtualidades da gestão privada na tentativa de denegrir a gestão pública, que pode ser tão competente e eficaz como qualquer outra já que depende essencialmente dos gestores escolhidos. Coloquei propositadamente o “essencialmente” porque a gestão pública pode, e é, frequentemente prejudicada pelas directivas políticas e pela burocracia frequentemente inútil. O problema do diagnóstico errado e apressado da excelência da gestão privada começa a perceber-se pelos resultados alcançados na Saúde, nas Obras Públicas, na Energia e até na Cultura, quando chegam as contas para saldar.



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IMAGINE
Recordar Lennon é recordar uma época em que a esperança existia, a utopia estava um pouco por todo o lado e, também por isso alguém terá sido louco e terá morto o autor de IMAGINE. Deixo-vos aqui a música e a letra, especialmente a última, para que a revejam ou dela tomem conhecimento.



2 comentários:

Ferreira-Pinto disse...

Um é palhaço, a outra tia com língua colhida ao Intendente, aqueloutro rouba aos "pobres" para pagar às corporações ... e assim vamos!

Ferreira-Pinto disse...

O meu caro amigo é muito justamente referido no caderno P2 do jornal "Público" de hoje.