sábado, setembro 29, 2007

CUIDADO COM OS ÍNDIOS


*** * ***

CURIOSIDADE

Bat Bugs Evolved Fake Genitals to Avoid Sex Injuries
Anne Minardfor National Geographic News
September 25, 2007
Bat bugs swarm across a cave wall near a fruit bat colony. The tiny bugs (inset) related to bed bugs suck the blood of bats.New research shows that the bugs are using an odd mix of gender-bending tactics to avoid injury during sexual encounters.

Photographs © Richard Naylor

Leia o resto AQUI

*** * ***

FOTOS - OSLO

PolGar

PolGar

*** * ***

CARTOON

Rumen Dragostinov / Bulgária

sexta-feira, setembro 28, 2007

COMENTÁRIO GRÁFICO

Na sequência do meu post sobre a PETA, recebi do meu amigo Goraz esta imagem que traduz a sua opinião e a sua discordância com as touradas. Eu não me pronunciei sobre o assunto, na altura, e só posso acrescentar que também não é um espectáculo que me agrade. De qualquer modo, aqui fica uma opinião gráfica de quem não comenta em blogues.


*** * ***

FOTOS

Recebida por mail

Kikala

*** * ***

PRÉMIO VISITANTE

PRÉMIO VISITANTE

Recebi há alguns dias este galardão dado pel’O Silêncio Culpado, a quem agradeço a lembrança, e que vai direitinho para a minha galeria.
Eu tenho estado bastante ocupado profissionalmente e não tenho tido tempo para responder adequadamente aos meus visitantes, pelo que aproveito para a ocasião para dedicar o mesmo galardão aos seguintes nomeados:
Adrianeites – http://adrianeites.blogspot.com/
A Recalcitrante - http://arecalcitrante.blogspot.com/
C. Valente – http://cvalente.blogspot.com/
Com Fixadores – http://comfixadores.blogspot.com/
Marginal Zambi – http://marginalzambi.blogspot.com/
Maria – http://mariasempre-maria.blogspot.com/
Notas Soltas, Ideias Tontas – http://notassoltasideiastontas.blogspot.com/
O Blog da Nalga - http://oblogdanalga.blogspot.com/
Rei dos Leittões – http://reidosleittoes.blogspot.com/
Sulista – http://sulista.blogspot.com/
Não estão aqui todos os que eu gostaria de nomear, porque a lista completa já consta dos meus links, que estão lá porque os considero igualmente importantes.
Aos nomeados, e a todos os que me dão a honra das suas visitas, o meu muito obrigado.
*** * ***

QUADRO DE HONRA

Stavro

quinta-feira, setembro 27, 2007

RAPIDINHAS

A gripe do dinheiro – Os investigadores não se cansam de fazer descobertas, umas mais excitantes do que outras, mas todas com bases científicas que nem me atrevo a discutir. A que eu vou referir hoje é sem dúvida uma preocupação para os menos favorecidos, embora envolva o papel-moeda com que pagamos os bens transaccionáveis que adquirimos um pouco por todo o lado. As conclusões são de facto terríveis porque as notas que manuseamos diariamente são veículos perfeitos para a propagação de várias estirpes de gripe, podendo vir a ser mesmo consideradas perigosas em caso de pandemia. Um conselho gratuito aqui do Zé, mas cientificamente provado: use apenas o cartão de débito ou de crédito, não vá o diabo tecê-las.

O cérebro e os políticos – Porque hoje estou definitivamente virado para a ciência, aqui fica outra constatação científica, esta vinda da Alemanha. “O cérebro do homem tem uma capacidade fascinante de detectar erros, e, se eles já ocorreram antes, de aprender com essa experiência”. Desenvolveram-se diversas teorias em torno desta descoberta, envolvendo conceitos quanto às pessoas que tomam com frequência decisões e outras que hesitam quase sempre antes de as tomarem e as suas experiências de vida. Exercícios mais ou menos científicos com o seu quê de filosófico, mas com fundamento nas ondas emitidas pelo cérebro humano. Sem querer duvidar dos métodos científicos, fiquei cheio de incógnitas para as quais peço esclarecimentos. Digam-me então como explicar os erros sucessivos dos nossos políticos na Educação? Será que não têm cérebro, ou são apenas as excepções que confirmam a regra resultante do estudo destes investigadores? É que comecei a ficar preocupado com a minha própria indecisão em classificá-los…!

*** * ***

FOTOS - ROSAS DESCOLORIDAS

Алёна

Beta303

*** * ***

CARTOON

Delize

quarta-feira, setembro 26, 2007

CAMPANHAS...


É PETA, EU NÃO SOU VEGETARIANO!


*** * ***

PETA - A ORGANIZAÇÃO
People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) - "Pessoas pelo tratamento ético dos animais", em Português - é uma organização não governamental que foi fundada em 1980, já conta com mais de 850.000 membros e se dedica aos direitos dos animais.
Tem como lema "Animals are not ours to eat, wear, experiment on, or use for entertainment" - "animais não são nossos para comer, vestir, usar em experiências ou para entretenimento" - e promove educação sobre o assunto, investigações, pesquisa, resgate de animais, envolvimento de celebridades e campanhas de protesto.
Texto da Wikipédia (LINK)


*** * ***
CARTOON

Jimmy Margulies

Pavel Constantin

terça-feira, setembro 25, 2007

PESSOAS EM VEZ DE NÚMEROS

Quando leio artigos a dizer que o “desemprego registado cai 10,2% em Agosto” embora esteja 0,6% acima do registado no final do mês de Julho, logo a seguir avançam com outro dado, segundo o qual “o número de desempregados registados, mantém-se com uma trajectória descendente em termos anuais”, fico preocupado.
Os números apresentados como “desemprego registado” não correspondem ao número de pessoas que efectivamente estão desempregadas, e pior ainda, o facto de haver um aumento no mês de Agosto não é um bom sinal, como se sabe, já que é a época do ano em que mais se recorre a contratos sazonais.
Fico solenemente irritado com este adoçar da pílula, sempre que se fala dos desempregados, porque acima de tudo significam e afectam pessoas e agregados familiares, num país em que os salários já de si são muito baixos em relação ao custo de vida, e também porque os apoios sociais são cada vez menores.
Detesto o espírito economicista que prevalece nas instâncias do poder, e em grande parte da classe empresarial, porque subvalorizam sistematicamente o desemprego, mas não hesitam em anunciar aumentos de lucros cada vez maiores e ainda exigem maiores facilidades para efectuarem despedimentos, fazendo baixar por essa via os próprios salários.
A mesquinhez que muitos destes agentes demonstram perante a situação dos trabalhadores vai certamente ter um fim, mais cedo ou mais tarde. Como alguém dizia, “ a fome é má conselheira” ou “perdido por cem, perdido por mil”, são frases que cada vez mais me ocorrem.

*** * ***
FOTOGRAFIA
Energetic
VyFy

*** * ***

CARTOON

Patrick Chappatte
Brian Fairrington

segunda-feira, setembro 24, 2007

A SAUDÁVEL DISCORDÂNCIA

Durante este tempo, curto é certo, em que frequentei a blogosfera, recebi diversas opiniões diferentes das que manifestei, comentei a minha discordância em relação a opiniões expressas por outros, mas na generalidade houve respeito de ambas as partes perante opiniões que eram diversas.
Somos todos diferentes, todos podemos ter opinião sobre o que quer que seja, mas essa é maior virtude dum espaço a que se convencionou chamar blogosfera, a diversidade. E natural que uns sejam mais susceptíveis que outros, e que por vezes surja algum antagonismo, mas geralmente prevalece o bom senso e a diversidade é aceite e respeitada.
Os sítios por onde passo e os internautas que me dão a honra das suas visitas são pessoas que demonstram a sua cultura e as suas opiniões, mas que sabem respeitar a opinião alheia comentando com urbanidade e educação, o que é uma demonstração de que a unanimidade ou o pensamento único não são qualidades mas sim submissão, o que não é uma característica que eu valorize.
Sempre respeitei pessoas com convicções, ainda que eu com elas não concorde, e desprezei profundamente quem prefere seguir a onda, talvez sendo social e politicamente correcto, mas abdicando de exprimir livremente as suas opiniões, querendo satisfazer gregos e troianos.
Respeito mais um bom adversário, do que um infeliz bajulador. Não há volta a dar-lhe, esta é a maneira de ser do Zé.

*** * ***
HOMENAGEM
Marcel Marceau
(1923-2007)


Mais sobre Marcel Marceau em Académie des Beaux-Arts

*** * ***

CARTOON

Stavro

Stavro

domingo, setembro 23, 2007

PATRÕES PORTUGUESES

Depois de Ludgero Marques temos agora a CIP a bater na mesma tecla, o trabalho precário. Já não lhes basta a possibilidade de “usar e deitar fora” que já lhes é permitida, agora reprovam até a ideia de lhes ser retirados os apoios a este tipo de contratação.
Talvez haja quem não saiba, mas há muitos contratadores de pessoal a termo, que por praticarem este tipo de contratação, beneficiam de benesses nas prestações sociais e nos impostos, ao contrário do que se passa com outros que têm pessoal efectivo nos quadros das suas empresas.
Curioso é o termo utilizado nesta contestação da CIP, já que fala em “políticas activas de emprego”, quando defende uma política de exploração de mão-de-obra com contratos de curto prazo, indefinidamente como já se verifica, e ainda por cima com apoios governamentais.
Note-se que nem sequer falam na injustiça, que é para alguns patrões que contratam pessoas para os quadros das suas empresas, sem qualquer destes benefícios que reclamam.
A consciência social não é uma característica deste tipo de patrões, nem este tipo de gestão de recursos humanos, com a grande rotatividade que se pratica actualmente, será benéfica para as empresas, porque os profissionais experientes já começam a escassear, e a formação custa dinheiro e demora algum tempo.
O choque que é necessário é o choque de mentalidades, e os nossos patrões bem precisam de as mudar.

*** * ***
FOTOS - INSECTOS
Crimeaphil

Andy_Ko

*** * ***

CARTOON

Pat Bagley

Bado

sábado, setembro 22, 2007

FROM RUSSIA...


*** * ***

FOTOS A PEDIDO

studio54

Ольга Шелегеда

*** * ***

CARTOON

Patrick Chappatte

R.J. Matson

sexta-feira, setembro 21, 2007

A DEMOCRACIA ACHINESADA

A Europa que sempre se arrogou de pergaminhos no campo social e cultural, continua a pretender manter essa imagem de fachada, mas caminha a passos largos para uma ditadura económica, a que por eufemismo classifica de economia de mercado.
Desde que as ideologias cederam passo ao pragmatismo tecnocrático, deixámos de lado os princípios os princípios básicos do Estado Social e da protecção dos direitos individuais, conquistados com muitos sacrifícios na segunda metade do século XX.
O discurso político dos nossos dias, ainda que eivado de novos termos, faria corar de vergonha qualquer estadista europeu do século passado, pois incide exactamente nos princípios contra os quais lutaram durante décadas. Que diriam eles de um acordo comercial com a China, apesar das violações dos direitos humanos e da falta de direitos laborais naquele país? E qual seria a sua reacção quanto à possibilidade de perda de direitos e o desregular das leis laborais, a pretexto da competitividade com os mercados orientais onde a exploração do trabalho é uma realidade?
O poder político está claramente subordinado ao poder económico, é uma evidência gritante traduzida no discurso meramente economicista com que nos brindam, e a competitividade que defendem e almejam, assenta em desigualdades de direitos sociais gritantes, que conduzem a Europa e os europeus a um modelo que é o chinês, e de que os cidadãos se começam lentamente a aperceber.
Será que os cidadãos europeus vão aceitar pacificamente esta “democracia achinesada” que os governos pretendem implementar?

*** * ***
FOTO - PORTUGUÊS?
Facho? by ~oOniKkiOo

*** * ***

DESENHOS E CARICATURAS
Nelson Santos

Criswahlart

quinta-feira, setembro 20, 2007

A INFELICIDADE DO SENHOR LUDGERO

Começo precisamente com a frase do presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP), Ludgero Marques, devidamente adaptada ao contexto da minha apreciação: “É duro dizer isto, mas facilitar «a condenação pública deste tipo de empresários» é um choque necessário”.
A pressão deste dirigente associativo sobre o governo, para uma rápida revisão do sistema laboral português, de forma a permitir às empresas efectuarem despedimentos com mais facilidade, tem sido sistemática e está a tornar-se perigosa numa sociedade em que o peso das relações laborais já pende à muito, e fortemente, para o lado do patronato. Como diría alguém que eu muito respeito, “só há relações laborais justas quando os direitos estão ao mesmo nível das obrigações”.
Retive uma frase elucidativa do espírito deste dirigente patronal que considera “que a actual legislação começa a ofender a própria economia e que só com mais mais facilidades para despedir trabalhadores desqualificados e contratar outros [competentes], as empresas poderão renovar e adequar os seus quadros”.
A “consciência social” deste senhor contrasta enormemente, até com o discurso dos defensores da flexigurança europeus, como o comissário Vladimir Spidla, que por sua vez afirma que “ é mau gestor quem discrimina trabalhadores de 50 anos e em três ou quatro anos terão grandes diculdades... porque não há volta a dar, os europeus estão a envelhecer. As pessoas mais idosas têm experiência e capacidade. Se contrata alguém, que não conhece é uma incerteza. Se tem 50 anos, basta olhar para o seu CV para ver se é um bom trabalhador ou não. Os gestores que pensam assim tomam más decisões e prejudicam as suas empresas”. Não sabia o comissário europeu que um dirigente de empresários portugueses diría exactamente o contrário no mesmo dia e o inverso também é verdadeiro no casode Ludgero Marques com toda a certeza, pois já terá visti a s suas afirmações no Diário de Notícias de 19/9 bem ao lado da entrevista de Vladimir Spidla.
Ele há coincidências, que explicam as razões da desconfiança, e até da recusa, deste novo conceito, exactamente devido à mentalidade de alguns patrões, como o senhor Ludgero.


*** * ***


FOTOS - ACESSÓRIOS DE MODA


Igor Razdorskikh

Ариадна

*** * ***

CARTOON BLEU II
Stavro
Stavro

quarta-feira, setembro 19, 2007

terça-feira, setembro 18, 2007

O INFANTE D. HENRIQUE

Qual foi o real papel do Infante D. Henrique nas descobertas marítimas portuguesas? Esta sempre foi uma questão que suscitou apaixonadas discussões, especialmente depois do 25 de Abril de 1974. Para os mais novos, talvez possa parecer que antes desta data não se conheciam alguns dos factos que hoje se conhecem, pois ignoram que a História de Portugal tinha sido “retocada”, a partir do Estado Novo, para de algum modo exaltar os feitos gloriosos dos portugueses na gesta dos descobrimentos marítimos.
Uma das figuras de proa da imagem que nos foi passada desde a mais tenra idade, era precisamente o Infante D. Henrique, o fundador da Escola Náutica de Sagres. Só com a mudança de regime político, é que se começou a desfazer o mito da escola náutica e até da figura do próprio Infante.
D. Henrique foi feito duque de Viseu e senhor de vários lugares da Beira, e mais tarde recebe Ceuta com o encargo de a defender e abastecer. Naturalmente, e devido a esse encargo recebe também o governo do Algarve, tendo então mudado de Viseu para Lagos. Em 1520 é-lhe entregue o governo da Ordem de Cristo, que lhe proporcionava uma força militar e rendimentos para as campanhas de Marrocos, em que esteve verdadeiramente empenhado.
Ao invés de outros familiares, era pouco viajado, nunca tendo ido além de Marrocos. Como outros senhores do seu tempo mostrou-se interessado em matemática, astronomia e ciência náutica, tendo acolhido até alguns estrangeiros a quem recebeu com generosidade.
Os descobrimentos, que naturalmente também suscitaram o seu interesse, surgem sobretudo da necessidade de aumento do património e receitas, de que sempre esteve necessitado. Este interesse, sobretudo económico, estendeu-se às actividades de pesca, à pirataria e guerra de corso, bem como ao tráfico de escravos.
Não se conhecem planos específicos do Infante virados específicamente para as descobertas marítimas, e são poucas as expedições realizadas depois da conquista de Ceuta e até 1460, data da sua morte, que terão sido da sua iniciativa.
O Infante D. Henrique é portanto um típico senhor medieval, instruído e com bastante importância na época, que terá dado também o seu contributo para os descobrimentos portugueses, mas que de facto nunca os liderou nem planeou, para além da sua vertente económica.
Contributo do Palaciano
Fonte História de Portugal A.H. de Oliveira Marques – Palas Editores


*** * ***
FOTOGRAFIAS
Waiting for ship by Pavel Potocek

Игорь Патокин

*** * ***

CARTOON
Bauer