segunda-feira, outubro 01, 2007

ACTUALIDADES


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Ancient Pharaoh Temple Discovered Inside Egypt Mosque
Steven Stanek in Cairo, Egyptfor National Geographic News
September 27, 2007
Parts of a temple dating to the reign of pharaoh Ramses II have been discovered inside a mosque in Luxor, Egypt, officials report (see map).
Experts restoring the historic mosque uncovered sections of columns, capitals, and elaborately inscribed reliefs from one of the ancient temple's courtyards built around 1250 B.C.
The previously concealed architectural elements reveal well-preserved hieroglyphics and unique scenes depicting the powerful pharaoh.
The discovery is likely to touch a nerve among religious leaders, because the newly exposed reliefs contain representations of humans and animals, which are forbidden inside mosques, the experts said.
The mosque was erected as a shrine to Muslim saint Abul Haggag in the 13th century A.D. on the site of an earlier Christian church, which was itself built on top of the ancient temple, the archaeologists explained.The discovery was made during repair work on the mosque after a fire damaged part of the structure in June.
"To do this project of restoration, [workers] had to reclean and reopen many things, and this is when the scenes were found, and they are really unique," said Zahi Hawass, secretary general of Egypt's Supreme Council of Antiquities.
(Hawass is also a National Geographic Society explorer-in-residence. National Geographic News is a division of the National Geographic Society.)
Encryptions and Glyphs
Christians, and later Muslims, frequently built their shrines on top of ancient Egyptian holy sites, said W. Raymond Johnson, an Egyptologist at the Oriental Institute at the University of Chicago who has seen the newly exposed temple sections.
Builders of both faiths usually erased or defaced ancient artwork in the temples, he said, but the newfound reliefs remain virtually untouched.
"We are very lucky that these have been so well preserved," Johnson said.
Rather than destroying the reliefs, the mosques builders carefully hid them away with a protective layer of straw-reinforced plaster, shielding them from the elements.
Notícia completa AQUI
Photograph courtesy Zahi Hawass, Supreme Council of Antiquities
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FOTOS EGIPTO
Egypt: Mumification Square by Torenganger

Sphinx HDR by cienki777

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CARTOON POLÍTICO

Popa

Lailson de Holanda Cavalcanti

11 comentários:

Joca disse...

É pá! Os índios não são da Amazónia, mas mesmo assim, os mouros que se cuidem.
Fui

adrianeites disse...

cartoons do melhor!

quanto ao texto.. logo á noite vou le-lo mais em pormenor

Zé Povinho disse...

Caros amigos
Cuidado com os comentários, porque o norte é mesmo do Brasil, nada de más interpretações. O Goraz já veio a correr para eu lançar aqui o aviso.
Abraço do Zé

Tiago R Cardoso disse...

Trata-se portanto da uma tribo de 400 indivíduos, chamados os Pés Laranja.

Quintarantino disse...

No caso dos índios laranja a contra-informação funcionou em pleno.
Nem eles eram da Amazónia, nem existem militantes índios, índios no PSD.
Eram do Paraná (a Sul das terras de Vera Cruz).
No resto, a descida de Menezes à reserva da Tribo Pipiqueque é capaz de causar alguma turbulência.
Vai ser giro, mas o homem costuma ser aquilo que os americanos chamam de "pain in the ass"!
Quanto ao nome, caro Zé Povinho, ando a experimentar...

Kalinka disse...

OLÁ ZÉ
Obrigado pela tua visita no kalinka.
Pois...também eu detesto a Falsidade, mas...existe e muita, temos que viver com ela.
Ainda bem que concordas comigo, pois Florença é também na minha singela opinião, uma das mais belas cidades que conheci.
Felicidade, virá no próximo post, com toda a certeza; quem não quer um pouco de Felicidade na Vida???

Gostei dos teus cartoons.

Beijitos xamuar.

Rita disse...

Gostei bastante de ler o texto da National Geographic, sobre a descoberta de vestígios do templo egícío, onde já existiu uma igreja cristã e agora está uma mesquita. É muito curiosa a utilização dos mesmos espaços por diferentes religiões.
O resto é também bom como habitualmente.
Bjos

Sophiamar disse...

Variado e colorido. Para todos os gostos. De norte a sul, de Este a Oeste. Ah, Zé Povinho!

Beijinhos

CHEVALIER DE PAS disse...

Olá meu amigo aparentado Zé Povinho, vou utilizar o teu blog para fazer critica social se me dás licença. Não pode ser só critica aos usos e costumes provincianos ou dos campónios deste país, assim sendo Zé lanço-te um desafio, que juntos analisemos os usos e costumes cosmopolitas, então meu caro vem daí e começamos por uma sessãozita de manicure e pedicure seguida de uma sessão depilatória definitiva que essas barbas Zé já não estão na moda, depois proponho um spa relaxante e umas massagens xiatsu qualquer coisa. terminada a lavagem da merdaleja penso que agora estás com um embrulhinho bem feitinho, pelo menos exteriormente! E perguntas: mas a que propósito vem isto? E perguntas bem! Ontem ao ver o concurso da TVI sobre casais de noivos, ouvi um comentário no minímo curioso feito pela Margarida Pinto Correia e que não posso deixar de fazer o seguinte reparo, ora dizia ela que não acreditava no amor eterno e que isso se tratava de uma outra conversa, eu sou apologista que cada um tem direito à sua opinião, mas gostaria de perguntar o seguinte:
- qual o sentimento que a Margarida nutre pelo pai ou pela mãe dela?
- que nome dá ao sentimento que ela nutre pelos seus filhos?
- O sentimento que nutre pelos seus filhos terá algum prazo de validade?
- ou estará a Margarida a pensar divorciar-se dos filhos algum dia?
Penso que a Margarida estará a falar de outro assunto!

CHEVALIER DE PAS disse...

Zé, por acaso não me sabes dizer quem é a Presidente da Fundação do Gil e já agora qual é o objecto social da fundação?

Oh Margarida Think twice...

Zé Povinho disse...

A nossa "eternidade" é efémera e, talvez, não tenho a certeza porque até nem vi o programa, ela se refira ao amor conjugal. Eu acredito que tudo é "eterno" enquanto dura, e que há amores mais duradouros que outros. Não concebo a vida sem amor e sem amizade, mas as opiniões do Zé valem o que valem.
Quanto aos usos cosmopolitas, o Zé vai apreciando o que se faz por aí, mas prefere os hábitos simples, as conversas de café e as amizades que faz questão de manter. Burro velho já não muda, pelo menos de hábitos.
Abraço do Zé