sábado, janeiro 27, 2007

EXPERIÊNCIAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS

Desde os remotos tempos de Veiga Simão, temos vindo a assistir a sucessivas reformas do ensino sem nunca se ter encontrado uma versão correcta, já que as experiências continuam. Não estou a falar em modernização ou em melhoramentos pontuais, sempre possíveis e desejáveis, mas sim em alterações curriculares profundas.
Não sou professor, mas vou acompanhando os estudos dos meus filhos e agora dos meus netos e por vezes fico estupefacto. Os resultados por eles obtidos (notas) até nem foram ou são muito maus, mas a sua cultura geral, mesmo com os hábitos de leitura que a família sempre teve, são francamente maus.
Para complicar tudo isto surgem os erros, que até podiam ser desculpáveis não fora a teimosia, como a infeliz TLEBS ou o inquérito sobre a vida sexual dos pais das crianças e jovens. A dita TLEBS com a participação “de milhares de professores” (?), poucos se acusaram, que não é uma nova gramática, tem erros mas que só foram detectados depois do início do ano lectivo, vai ser suspensa mas só lá mais para a frente. O inquérito, também ele elaborado por especialistas e sancionado por quem de direito, que é um disparate maior do que as asneiras de que fala José Sócrates.
Os nossos jovens não podem continuar a ser cobaias duns quantos iluminados que pelos vistos não atinam. Gastem o dinheiro que desperdiçam nestas experiências falhadas em ginásios decentes e em laboratórios, que tanta falta fazem e mandem esses grupos de trabalho fazer algo de útil, como por exemplo dar aulas.


*** * ***


FOTOS







*** * ***


O boca do inferno, ou o abominável homem das neves?



http://pitecos.blogs.sapo.pt/


CUIDADOS EM INFORMÁTICA

3 comentários:

Anónimo disse...

JCN em "boneco" fica melhor que na imagem da televisão, neste caso a dizer asneiras sobre o aborto.

Manuel Fernandes disse...

TLEBS é asneirada mas há muita malta a fazer estudos(?) encomendados e areceber para isso mesmo: fazer asneira, e não é só no ensino...

CORCUNDA disse...

Infelizmente a Educação em Portugal é tratada desde há longo tempo como um laboratório de experiências, onde vários "cientistas" vão experimentando novas alquímias, mas sem resultados satisfatórios e de desenvolvimento significativo. É caso para dizer que raramente as experiências não acabam em autênticas explosões. Serão os cientistas péssimos ou serão os químicos de fraca qualidade?...
Abraço.