quarta-feira, maio 20, 2015

ANEDOTA



Após consulta parlamentar sobre a invasão do espaço aéreo português, Portugal enviou uma mensagem à Rússia!
- Russos, declaramos-vos guerra: temos 85 tanques,40 não andam por falta de combustível, 27 caças, 4 navios, 2 submarinos e 5.221 soldados!
O estado russo respondeu:
- Aceitamos a declaração, temos 19.000 tanques, 790 navios, 9.000 aviões, 455 submarinos e 5.5 milhões de soldados.
Ao que Portugal respondeu:
- Retiramos declaração de guerra! Não temos como alojar tantos prisioneiros…


segunda-feira, maio 18, 2015

VIOLÊNCIA E RESPEITO



Há uma coisa que me vem preocupando nestes últimos tempos, que é o aumento sensível da violência física e verbal, que afecta não só jovens, mas também adultos e até agentes da autoridade.

Já ouvi dizer que a violência nos jovens deriva da falta de atenção dos país e é também efeito resultante de famílias desestruturadas, nos adultos a violência doméstica é por causa do factor rejeição e de problemas financeiros, e as autoridades por vezes abusam da sua condição porque estão desmotivados e com problemas económicos.

Admito que muitas das razões evocadas possam ter algum efeito no comportamento das pessoas, o que não justifica nunca o recurso à violência contra os mais fracos, mas então porque é que não se actua sobre os factores que potenciam a violência gratuita?

Vamos todos lutar para que a violência diminua e vamos exigir mais respeito pelas pessoas, começando bem lá por cima, pelos governantes, pelos restantes poderes, pelas empresas, e também pela família. Uma sociedade mais justa é sempre menos violenta...



sábado, maio 16, 2015

FALTA DE VISÃO

Muito se tem falado de precariedade, mas pouco se reflete sobre isso, como se o assunto fosse algum tabu.

Na minha muito longa carreira profissional, de mais de 40 anos, já vi de quase tudo, mas ainda me espanta ver gestores e responsáveis por recursos humanos, a defender as “virtudes” da precariedade laboral.

Há pouco tempo conheci uma empresa que tinha num determinado sector, cerca de 1/3 dos trabalhadores com contratos sem termo, e os restantes a termo certo. As coisas corriam bem, mas os responsáveis tinham um grande problema, que era o de não serem necessários ao bom funcionamento do serviço. Quando questionados superiormente, podiam falar de diversos serviços, mas daquele nada, porque tudo corria bem.

Claro que rolaram cabeças, as dos trabalhadores que tinham vínculo à empresa e muitos anos de serviço, com todos os inconvenientes daí resultantes. Os problemas sucederam-se, e os responsáveis passaram a ter o que colocar nos relatórios, justificando assim os seus salários.

O pessoal passou a ser quase todo precário, e os poucos que passaram aos quadros da dita empresa, ou eram incompetentes ou imitavam muito bem, porque a competência não compensava, como se percebeu.


Falem-me então de produtividade e de serviços de excelência, ou mesmo de redução de custos, que por mim estamos falados. Só por caridade dei este título, porque estupidez era um pouco forte, para um fim de semana ensolarado...  


sexta-feira, maio 15, 2015

O CANDIDATO

A qualidade dos políticos da coligação que nos (des)governa é tão baixa que...

quarta-feira, maio 13, 2015

QUEM MANDA?



A Europa envelheceu e deitou-se à sombra do seu passado, e o seu legado para a humanidade, a Democracia, foi considerada um dado adquirido enquanto uns poucos se foram apoderando do poder, usando todos os truques da cartilha da malandragem organizada.

A política deixou de ser uma missão, passando a ser uma profissão, a defesa do bem público e dos cidadãos passou para segundo plano, onde o bem dos bancos e das grandes empresas estão em primeiro lugar.

Um pouco por todo o continente falou-se em crise e em austeridade, e os cidadãos foram chamados a contribuir mais através dos impostos, e mesmo a abdicar de parte dos seus direitos e salários, a bem da economia.

O futuro dos países dependia da saúde das finanças públicas, e isso justificava os sacrifícios exigidos a todos, ou quase, porque alguns continuavam a ser poupados. Os grandes empresários e o grande capital conseguiam refúgio em paraísos fiscais, e alguns mesmo em solo europeu.

Não se julgue que se ficou apenas pela impunidade fiscal pela deslocalização das sedes das empresas, porque há mais. Lembram-se da famosa taxa “Tobin” que deveria onerar as transações financeiras? 

Pois, essa mesma, que já vai no 3º adiamento, e que já não vai arrancar em 2016, como diziam, e que segundo Luís Guindos, o ministro espanhol da Economia, deverá demorar ainda mais um ano, até existir um acordo para a sua implementação.

Em Democracia somos todos iguais perante a lei, e portanto todos devem participar segundo as suas posses no esforço da consolidação das contas públicas, mas quem faz as grandes transações financeiras deverá ficar de fora deste esforço, porque… afinal quem é que manda nisto tudo?