quarta-feira, junho 28, 2017

AS SOCIEDADES E OS SEUS SINAIS...

A vida em sociedade, por vezes, torna-se difícil, porque os sinais que recebemos são confusos, e porque os comportamentos nem sempre são os mais recomendáveis...

Posições a evitar...
Maus costumes...
Confuso?

segunda-feira, junho 26, 2017

A CULPA NÃO É DE TODOS.

Demorou a chegar, mas como é habitual nestas coisas em que estão envolvidas responsabilidades políticas, há sempre quem venha dizer que as culpas são de todos, começando pelos comentadores da praça, diluindo assim as responsabilidades, e acentuando assim as diferenças entre os portugueses das diversas tendências, que souberam unir-se após as desgraças.

É fácil dizer que a culpa começou no Adão, que comeu a maçã, que o D. Afonso Henriques não devia ter batido na mãe, que o D. João I perdeu uma boa ocasião para estar quietinho e que o D. João VI devia ter ficado no Brasil a comer coxinhas de frango, para assim ilibar quem actualmente tem responsabilidades políticas em sectores que falharam rotundamente, e que não têm vontade de abandonar o poleiro, mesmo que deixem o governo arder em lume brando.

Com disparates destes estamos a culpar os bombeiros, a polícia, os habitantes das áreas atingidas, os mortos, os sobreviventes, os eleitores, os não-eleitores, e estamos a contribuir para que tudo fique na mesma e para que quem aceita lugares de responsabilidade, continue a achar-se inimputável. 

Como dizia um amigo meu, a culpa, em última instância, é do segurança que abriu a porta e deixou entrar no ministério alguém que falhou nas suas funções de defende a causa pública e os portugueses. Demita-se o segurança!


sexta-feira, junho 23, 2017

CAPELA DO PAÇO DE SINTRA - DÚVIDAS


Foi-me colocada uma pergunta interessante sobre um par de janelas que existem nas paredes laterais junto ao altar-mor da Capela do Paço de Sintra, porque segundo os Paços Medievais Portugueses, de Custódio Vieira da Silva pág. 213, datarão da época do rei D. Afonso V. A pergunta era realmente se eu concordava com afirmação.

Não me creio à altura de refutar um especialista na matéria, mas posso manifestar as minhas dúvidas, que se prendem sobretudo com o que se pode constatar em fotos de inícios do século XX, que coloco abaixo, onde não descortino as janelas, apesar do ângulo ser muito apertado, mesmo na segunda.

Quanto ao espaço "onde o rei se esconde atrás da cortina", referido no texto, bem podia ser a tribuna real, situada do lado direito na foto, que tinha de facto uma cortina.

Como já afirmei, não tenho certezas, mas também não encontrei nenhuma evidência que comprove que as minhas dúvidas são infundadas.

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quinta-feira, junho 22, 2017

UM OLHAR DE ÉPOCA

Em diversas ocasiões tenho tentado mostrar que os julgamentos históricos não podem ser feitos com o olhar dos nossos dias, e com o conhecimento actual, mas sim tentando "ver os factos" com um olhar da época e com os conhecimentos e sentido moral vigente à época, dos lugares e dos povos em questão. É difícil, mas não impossível, e isso deve ser feito por quem tem essa responsabilidade: os historiadores e investigadores dessa área.

Sem qualquer pretensão na matéria, pois sou apenas um curioso, aqui vos deixo um pequeno texto de João de Barros, um historiador na verdadeira acepção da palavra que se debruça aqui sobre o julgamento histórico...


segunda-feira, junho 19, 2017

O FOGO

Neste momento são muitas as questões que se colocam a muitos portugueses, depois de conhecida a extensão da desgraça resultante dos incêndios dos últimos dias. Ouvi muitas perguntas, e deixo aqui algumas que acho pertinentes:

- Os guardas florestais não eram necessários?
- Quando é que os meios aéreos afectos aos incêndios passa para a         força aérea?
- Quantas corporações de bombeiros e câmaras municipais têm máquinas de rastos?
- Já foi equacionado o uso de drones para ajudar no combate a incêndios?
- Quantas autarquias ou responsáveis por vias de circulação actuaram na limpeza das estradas?
- Qual é a autoridade que fiscaliza o estado de limpeza em torno das vias rodoviárias?
- Quanto custa ao erário público e ao país um ano de incêndios?