sábado, Agosto 30, 2014

A VERDADE E O EMBUSTE



O discurso oficial dos últimos anos tem sido o de que apenas a iniciativa privada é que poderia gerar empregos de qualidade, que fariam a nossa economia crescer, sendo o papel do Estado o de facilitador de condições para o tal emprego e crescimento.

A verdade quase nunca confirma o discurso oficial, e a realidade é apenas uma: o emprego criado nos últimos meses tem sido na sua maior parte pagos pelo Estado, e não pela iniciativa privada, que na realidade não garante que após os estágios subsidiados, haja uma verdadeira empregabilidade dos actuais estagiários.

Se as políticas activas de emprego não são de condenar, pelo contrário, há que procurar garantir a continuidade do emprego, e não apenas o benefício de empresas e empresários que se aproveitam dos fundos públicos. Outra coisa que era perfeitamente escusada, era manipulação dos números do desemprego à custa dos estágios remunerados, que não são verdadeiros empregos, como se sabe.


FOTOGRAFIA
Branca by Palaciano

quinta-feira, Agosto 28, 2014

QUASE SÓ IMAGENS

Uma flor fica sempre bem

Uma foto saída do baú

CARTOON
Quando mete dinheiro as Justiça mete férias...

terça-feira, Agosto 26, 2014

EÇA DE QUEIROZ

“Carácter, Ideias e Moral”
“ Aos políticos, menos liberalismo e mais carácter. 
Aos homens de letras, menos eloquência e mais ideias.
Aos cidadãos em geral, menos progresso e mais moral. ” 


domingo, Agosto 24, 2014

sexta-feira, Agosto 22, 2014

A DÍVIDA PÚBLICA



Apesar de todas as promessas e compromissos tomados por este governo, a dívida pública não para de crescer, atingindo agora os 134% do PIB, bem acima dos 130% esperados para este ano.

O que todos sabemos é que as famílias reduziram as suas dívidas, e até aumentaram o seu aforro, salvo os que entraram em incumprimento, mas as empresas e o Estado continuaram a aumentar a sua dívida.

Sabe-se também que ao contrário do que seria desejável, os impostos sobre o trabalho aumentaram muito mais do que os impostos sobre o capital e sobre as empresas.

O empobrecimento geral não poderá, em caso algum, ajudar a baixar a dívida e acabará por tornar os encargos da mesma insustentáveis a muito curto prazo, o que parece não preocupar minimamente políticos inaptos e indiferentes perante as dificuldades de quem trabalha.


CARTOONS