quinta-feira, fevereiro 26, 2015

EXTREMISMOS



Uma das características de extremistas é a aversão à Cultura, e nem sempre as populações dão logo pelos tiques desta característica de intolerância.

Muitas vezes vão de mansinho, deixando de promover ou suportar as manifestações culturais, fazendo com que elas simplesmente vão definhando até soçobrarem por si mesmas. Por vezes a pressa é maior e entram na proibição pura e simples ou na destruição dos seus suportes, sejam eles livros ou outras obras de arte.
 
O que se passou agora em Mossul, no Iraque, e que já se tinha verificado no Afeganistão, só para falar em acontecimentos recentes, são manifestações de radicalismo, que sempre preferiu a ignorância e a pobreza de espírito para se disseminar.




Buda de Bamiyan (Afeganistão)

terça-feira, fevereiro 24, 2015

POR MAUS CAMINHOS



Digam o que disserem Passos Coelho, Paulo Portas e seus apaniguados, Portugal vai de mal a pior e os portugueses, mas sua grande maioria, estão cada vez mais a sentir dificuldades, mesmo falando dos que têm emprego.

O caminho da austeridade agravou as desigualdades e aumentou a pobreza. Os salários estão a diminuir progressivamente, os impostos são sufocantes, as reformas estão a baixar a olhos vistos, a segurança social afunda-se e o envelhecimento agrava-se a cada dia que passa.

Os partidos que têm partilhado o governo têm-se mostrado fiéis seguidores duma União Europeia onde os ricos mandam e aos pobres só resta a obediência cega, ou então correm o risco de ser expulsos e de mãos a abanar, uma situação bem pior do que a que tinham antes de ingressar no clube. A Europa solidária afinal nunca existiu.

O que se passou na Grécia, tenha o resultado que tiver, terá consequências e reflexos nos outros países com maiores dificuldades económicas, e o resultado pode vir a ser funesto para a Europa no seu conjunto.



segunda-feira, fevereiro 23, 2015

ESPERTEZA SALOIA



Com a introdução da fiscalidade verde, seja lá o que isso fôr, os sacos de plástico no comércio deixaram de ser grátis, e passaram a ser pagos com o valor de 10 cêntimos que, em princípio, reverteriam para os cofres do Estado.

O ministro que não terá experiência de vida, nem sequer imaginou que em Portugal existe muita esperteza saloia, viu-se confrontado com a venda de sacos alternativos, muitos de plástico, que não sendo abrangidos pela legislação produzida, são vendidos pelos comerciantes, revertendo o seu valor para o vendedor.

Fintar o Estado está ao alcance dos empresários, que por acaso viram diminuido o valor do IRC, ao contrário dos trabalhadores que não viram qualquer alívio do IRS. 

Acordem portugueses, que as benesses são apenas para alguns, e não são os mais desprotegidos como diz Passos Coelho.

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ANEDOTA
 
Um velho fazendeiro com sérios problemas financeiros comprou uma mula a outro fazendeiro por mil euros e concordou em receber a mesma no dia seguinte. Entretanto, nesse dia, o vendedor da mula procura-o:
— Desculpe-me, mas, infelizmente, tenho más notícias... a mula morreu.
— Tudo bem. Devolva-me o dinheiro.
— Não posso. Já o gastei.
— Okay. Então, traga a mula morta mesmo.
— E o que vai você fazer com ela?
— Vou rifá-la.
— Você não pode rifar uma mula morta.
— Claro que posso. Só não vou dizer a ninguém que ela está morta.
Passado um mês, os dois homens encontram-se novamente, e o vendedor da mula pergunta:
— Que fim levou a mula morta?
— Eu rifei-a, como tinha dito que faria. Vendi quinhentos números a dois euros. Consequentemente, recuperei novecentos e noventa e oito euros.
— E ninguém reclamou?
— Só o tipo que ganhou, mas eu devolvi-lhe os dois euros dele.



quinta-feira, fevereiro 19, 2015

A CRISE GREGA EM IMAGENS

Perante a crise em que se encontrava a Grécia, os políticos que eram responsáveis pela situação criada, implementaram uma austeridade excessiva para agradar à insaciável e justiceira Merkel. Lá como por cá existiam os adoradores da chanceler alemã. 

Com a Grécia de rastos (economicamente). a Alemanha, qual rolo compressor, prefere humilhar ainda mais os gregos, como se isso fosse solução para os problemas da Europa.



Perante a rejeição da Grécia, o que irá acontecer é a fuga desordenada de capitais e aí sim, a bancarrota.